quinta-feira, 30 de setembro de 2010


















Domingo é Dilma 13, Presidente

Simão Sessim, 1125, Dep Federal


E Ricardo Abrão, 12198, Dep. Estadual



Vamos juntos!

















































Lula fala aos internaut@s

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Libelinhas e Libélulas: vorazes predadoras de insetos.

Descoberta


por Joana capucho22 Agosto 2010

Libelinhas e Libélulas: vorazes predadoras de insectos

Quatro novas espécies foram encontradas no Parque Natural do Vale do Guadiana. A qualidade da água e a destruição da vegetação localizada junto às margens são a principal ameaça a estes seres que chegam a voar a 30 km/hora

Moscas, mosquitos, borboletas, abelhas e besouros são verdadeiros petiscos para as libelinhas e libélulas - consideradas por alguns especialistas autênticos "dragões voadores". Os Odonata, ordem a que pertencem, habitam a terra há aproximadamente 300 milhões de anos. Seres esplendorosos, de variadas cores e formatos, são inofensivos para o ser humano e têm uma função ecológica muito importante, uma vez que consomem uma grande quantidade de insectos, muitos deles bastante prejudiciais para o homem.

São conhecidas a nível mundial cerca de seis mil espécies da ordem Odonata, que se dividem em duas subordens: Zigoptera (libelinha) e Anisoptera (libélula). Em Portugal está confirmada a presença de 65. Há cerca de um ano atrás, foram recolhidas e identificadas 12 espécies no âmbito de um estágio no Parque Natural do Vale do Guadiana, quatro delas novas para a região: Sympecma fusca, Coenagrion caerulescens, Gomphus graslinii e Libellula quadrimaculata. Gomphus graslinii tem o estatuto de espécie "em perigo" no Livro Vermelho dos Invertebrados de Espanha e Coenagrion caerulescens está classificada de "vulnerável".

As libelinhas e libélulas ocupam ambientes diferentes nas duas fases de vida: enquanto ninfas habitam rios, ribeiros e lagoas, e os adultos são facilmente observados a sobrevoar os cursos de água e nas suas margens. Dentro do território do Parque Natural do Vale do Guadiana é na ribeira do Vascão que estes Odonatas fazem a postura dos ovos.

As maiores ameaças a estas eficazes predadoras de insectos ocorrem na sua fase larvar. "A principal ameaça para a conservação destas espécies é a poluição da água", refere Cristina Vieira, bióloga que realizou o estágio no Parque do Vale do Guadiana e a responsável pela identificação das espécies. "A agricultura e o pastoreio são também factores de ameaça à sobrevivência das libelinhas e libélulas", acrescenta.

A agricultura é responsável pelo desaparecimento de uma parte importante da vegetação, essencial para as ninfas se desenvolverem. Por outro lado, essa actividade é agravada pelo "comportamento agressivo do gado que, ao pisar as margens da ribeira, destrói a vegetação tão importante para os Odonatas".

Cristina Cardoso, bióloga e técnica superior do Parque do Vale do Guadiana, salienta que a "permanência do gado nas linhas de água e a consequente presença de excrementos (carregados de nitratos) agrava as condições do sistema aquático, prejudicando estas espécies". Por esta altura do ano, em que as secas são uma constante no Baixo Alentejo, nas pocinhas de água (pegos) concentra-se toda a vida, tanto os animais como os nutrientes, mas também os factores de ameaça, tornando as populações mais frágeis. A extracção de inertes, a captação de água dos pegos, a construção de açudes e as alterações climáticas são também ameaças a este grupo de insectos.

No que respeita a medidas de conservação destas espécies, Cristina Vieira refere "a manutenção da qualidade das linhas de água, com especial atenção para a preservação da vegetação ribeirinha existente".

As vigorosas asas permitem às libelinhas e libélulas um voo extremamente rápido (superior a 30 km/hora) e em todas as direcções. Os olhos, compostos por milhares de lentes microscópicas, permitem-lhes ter um campo de visão de quase 360º. Características que facilitam a captação de presas, mas que, ainda assim, não as livram de predadores como as andorinhas, os abelharucos, as garças e os guarda-rios.


Fonte: Portugal


Fonte:



Nossa opinião:
A ordem Odonata, a qual, pertence as libélulas (lavadeiras aqui no Brasil), é fundamental para se manter o equilíbrio ecológico das populações de insetos, incluindo o mosquito da dengue(Aedes aegipty). Hoje, o manejo ambiental da classe Odonata é urgente, visto que, para sobreviver, necessita de rios, riachos, áreas alagadas e alagadiças, que estejam preservadas. Tanto o desmatamento, quanto o uso indiscriminado de agrotôxicos, põe em risco essa ordem de insetos, vital também a sobrevivência humana.

Biólogo Ambiental Carlos Simas


quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Por Que a Água do Mar é Salgada?








Nos primeiros tempos de formação da Terra, esta era constituída por uma massa em fusão. À medida que foi arrefecendo(esfriando), os elementos mais densos ficaram no centro e os menos densos migraram para a superfície, tendo alguns gases (oxigênio, hidrogênio, metano, vapor de água) escapado para formar uma atmosfera. Quando a Terra arrefeceu ainda mais, formou-se uma crosta sólida e o vapor de água condensou em grande parte, dando lugar aos oceanos. A água dos oceanos é salgada porque contém sais dissolvidos (com concentrações entre cerca de 33 e 37 g por cada quilograma de água do mar) que têm várias origens:

As rochas da crosta vão-se desgastando por erosão e há uma parte dissolvida desse material que é transportada para o oceano pelos rios

As erupções vulcânicas libertam substâncias voláteis (tais como dióxido de carbono, cloro e sulfato) para a atmosfera, uma parte das quais acaba por ser transportada com a precipitação diretamente para o oceano ou indiretamente através dos rios.

As erupções vulcânicas submarinas contribuem fortemente para os íons no oceano.

Para além destas fontes naturais, há sais que provêm de poluentes gasosos, líquidos ou sólidos.


Mas para além destas fontes de sais há também sumidouros que consomem parte dos sais dissolvidos: plantas e animais marinhos que usam sais (por exemplo, sílica, cálcio e fósforo) para construir os seus esqueletos ou conchas, sedimentos depositados no fundo do mar e que incorporam alguns sais (por exemplo, potássio e sódio), e ainda outros processos. Mas há um equilíbrio entre as fontes e os sumidouros pelo que a composição da água do mar é essencialmente constante.

Nossa opinião:

Hoje com o aquecimento global e o excesso de poluição, inclusive radiação, provocada pelo homem( atividade antrópica), os oceanos entram em acelerado processo de degradação ambiental. Isso, sem dúvida impacta a biota(a parte viva dos oceanos) e com certeza, sais dissolvidos carreados por rios e outras fontes, como vimos acima, tendem também ao desequilíbrio nos próximos anos, o que acelera ainda mais, a rápida extinção de várias espécies marinhas.

O que você achou sobre a matéria acima? Por favor, nos ajude escrever .Precisamos caminhar juntos. Nos envie sua opinião/sugestão. Muito obrigado ,sempre. Estamos juntos!

Biólogo Ambiental Carlos Simas
















sábado, 4 de setembro de 2010

Atendimento falha em 69% dos casos de dengue no País.





Levantamento inédito do Ministério da Saúde nos registros de pacientes que morreram de dengue este ano revela falha no atendimento em 69% dos casos. O trabalho mostra que metade das mortes ocorreu em municípios com baixa cobertura no Programa Saúde da Família.

"Os números indicam a necessidade de ajustes na forma de atendimento", afirma o diretor do Departamento de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, Eduardo Hage.

A urgência para resolver o problema é reforçada diante do panorama para o verão: 19 Estados, que abrigam 80% da população, apresentam risco muito alto ou alto de epidemia de dengue.

A Organização Mundial da Saúde é enfática ao afirmar que as mortes pela doença são evitáveis. O máximo tolerado é de até 1% dos casos graves. Bem menos que o registrado no País. Até julho, a taxa de mortalidade foi de 3,9%. A pesquisa do ministério, cujos números finais devem ser divulgados até o fim do mês, quer desvendar as razões de taxas tão elevadas. A partir daí, o assunto deverá ser discutido com autoridades locais.

A análise foi feita nos seis Estados que, reunidos, respondem por 70% do total de mortes do País: São Paulo, Minas, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rondônia. Desenvolvido em colaboração com secretarias estaduais de Saúde e com secretarias municipais das cidades com maiores indicadores, o estudo partiu da avaliação de prontuários, de entrevistas com profissionais de saúde e com familiares do pacientes mortos. "A meta é verificar se há grupos mais vulneráveis e avaliar o tratamento ofertado", contou Hage.

Até o momento, foram analisados 66 casos fatais - número que já permite traçar alguns indicadores. Uma das principais constatações é a de que pacientes não foram atendidos conforme as diretrizes do ministério. "Não foi feita a classificação de risco do paciente", disse Hage. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Multa Contra a Dengue:

Moradores de Ribeirão Preto que permitam a propagação de criadouros podem ser autuados em até R$ 3.720

Moradores de Ribeirão Preto/Sp, que armazenarem lixo e outros materiais que permitam o acúmulo de água e conseqüente propagação de criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e da febre amarela, poderão sofrer as conseqüências no bolso. Uma lei proposta por dois vereadores da bancada do PSDB e promulgada pelo prefeito Welson Gasparini (PSDB) determina multas de até R$ 3.720 (250 Ufesps) a quem não fizer limpeza adequada no imóvel.

As sanções iniciais serão advertências, mas poderão acarretar em multas do segundo flagrante em diante. O valor cobrado para imóveis residenciais será de R$ 446,40 (30 Ufesps), sendo o dobro em caso de reincidência. Para estabelecimentos comerciais, a multa será a partir de R$ 1.488 (100 Ufesps), podendo chegar a R$ 3.720 (250 Ufesps) a cada reincidência.
A promulgação da lei ocorreu na última quarta-feira, mesmo dia em que funcionários da Secretaria da Saúde, munidos de mandado judicial e na companhia da Guarda Civil Municipal, enfrentaram resistência de um morador da Vila Tibério que acumulava 2,5 toneladas de lixo em casa. Revoltado com a ação, ele feriu um guarda a facadas.


ACESSO


A lei, que entra em vigor no prazo de 60 dias, também determina punições a quem impedir a entrada dos agentes de controle de vetores. A multa será de R$ 744 (50 Ufesps) a cada vez que o acesso for vetado.

“Acho que o caminho normal para o combate ao mosquito é pela educação, mas isso é para médio e longo prazo. A epidemia não espera a gente ser educado para evitá-la. Por isso foi preciso uma medida mais drástica como a multa, que é um instrumento a mais para garantir a eficácia no combate”, disse Paulo Camarero, chefe da Divisão de Controle de Vetores.

Segundo ele, ainda não foi definido quem fará a fiscalização e quais critérios serão adotados. “Teremos que ter parcimônia para que a medida não se reverta contra nós e seja antipática para a população”, afirmou.


O QUE DIZ A LEI

“É proibida (…) a falta de assepsia adequada, armazenamento de lixo, entulho, dentre outros, que acumulem água, e que possibilitem a proliferação e criadouros do mosquito Aedes aegypti”
Artigo 3º da Lei n 11.598.

Cidade já foi vice-líder em contaminação.

Depois de contabilizar 6.438 casos de dengue em 2006, o que lhe rendeu a vice-liderança de contaminação no Estado, atrás apenas de São José do Rio Preto, Ribeirão viu seus índices caírem no ano passado para 2.690 casos, e pretende manter as estatísticas em baixa neste ano, em que já foram confirmadas 931 contaminações.

“É preciso trabalharmos agora para garantir que a gente tenha transmissões controladas quando esquentar e chover. Não se pode simplesmente esquecer. As grandes epidemias geralmente começam assim”, afirmou Paulo Camarero, chefe da Divisão de Controle de Vetores. Segundo ele, para um resultado satisfatório é essencial o engajamento da população. “Cerca de 80% dos criadouros estão em casas.”

Mais que a dengue, o que agora tem preocupado os profissionais de saúde é o avanço da febre amarela, que já fez uma morte na região e pode ter sido responsável por outras quatro desde abril. Como não houve confirmação da causa das mortes por outras doenças, a Vigilância Epidemiológica de Ribeirão pediu para o Instituto Adolfo Lutz refazer exames de febre amarela para esses quatro casos. O resultado deve sair em julho.

“Todos tiveram quadro hemorrágico. Para nós, a suspeita é de febre amarela, porque outras doenças, como hantavirose ou leptospirose, já foram descartadas”, disse a Ana Alice de Castro e Silva, chefe da Vigilância Epidemiológica. (ALV)

Fonte: Gazeta de Ribeirão/Nossa opinião: Biólogo Carlos Simas


Nossa Opinião:


Quisera termos, pelo menos dois vereadores e um prefeito como esses que tiveram a coragem de fazer o que de direito. Quantas vezes ouvimos autoridades, inclusive em minha cidade, dizendo que multas não adiantam nada, que tem que ver primeiro aspectos legais, que isso, que aquilo, enfim, nada fazem, por que, nada desejam de fato fazer, a não ser mimo no pretenso eleitor. Ta aí, o resultado, altos índices de Dengue, mortes provocadas pela doença, cidades sujas, muitos cidadãos(ãs) que nada respeitam e jogam até vaso sanitário em terrenos baldios , em vias públicas e até nas calçadas.


Fazem isso porque sabem que não vai dar em nada, pelo descumprimento da lei pelas próprias autoridades. Mas também que lei? que autoridade? que fiscalização? que multa? Quando alguém como esse biólogo, escreve, faz relatórios e os leva às autoridades, ainda parece ser inimigo, crítico desarrazoado, problemático, criador de casos, para alguns.


Quisera minha cidade ser igual à desses senhores descritos. Muito nos orgulharia contribuir e ver resultados sérios! senhores prefeitos e vereadores, desejam ser bem sucedidos politicamente? então mirem-se no exemplo, daqueles Senhores, que nem são de tão longe, Atenas, são logo dali, de Ribeirão!






sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Dia do Biólogo















Créd. da foto: Biólogo Carlos Simas


Não sei se existe algo a comemorar, porém, hoje, é o dia do Biólogo, esse multi profissional que cuida da preservação da vida. O planeta passa por uma veloz transformação, onde os ecossistemas e até biomas, como a mata atlântica, o Cerrado, Pantanal amazônico, Caatinga Nordestina, bem como, os demais, entram em exaustão.

A letra de um samba de enredo, da minha época de criança (e olha que já faz um bom tempo), diz em parte assim: “Como Será o amanhã, responda quem puder, o que irá me acontecer, o meu destino será como Deus quiser”. No que pese a autoridade poética do compositor, data vênia, humildemente discordamos, pois as ações que causam toda aquela exaustão são humanas.

Sendo a ação humana ou antrópica, à que destrói rapidamente os ecossistemas e biomas, cabe então a humanidade, escolher entre o bom ou mau destino.
Portanto, vamos comemorar hoje, agora, o recomeço, uma nova consciência, que preserve a natureza, para a presente e futuras gerações.

Forte beijo no coração de todos e, especialmente, para o amor eterno e inalienável.