sábado, 14 de dezembro de 2013

Um presente à Papai Noel.


                                                   




Desejo muito neste natal pedir um presente do céu à Papai Noel.


Um sorriso verdadeiro de alegria e paz.


A boa vontade o ano inteiro, um abraço real.


Algo que faça o coração bater mais forte, algo que faça todos os dias do ano ser natal.




Vou pedir a Papai Noel, mais tolerância entre os povos, mais perdão.


Menos ganância, menos indiferença com o irmão.


Vou pedir a Papai Noel um verdadeiro presente de Natal.


Um olhar misericordioso.


Com a velhinha que está só no abrigo, no hospital.


Com a criança que está só, desamparada nas ruas, passando fome e frio no vendaval.


 


Sim, neste natal quero pedir um presente à Papai Noel.


Que enxerguemos que muitos que moram em barracos passam fome, frio e lhes falta até o pão, mas apesar disso tudo, reclamam menos do que aqueles que fartos estão.


 


Ah Papai Noel, tenho um último pedido a lhe fazer; gostaria muito de ver meus irmãos que choram essas agruras da vida se levantar do chão.


 Tomara que em 2014 eles pensem que podem e tudo em suas vidas se realizará então!


 


Um feliz Natal e próspero 2014 para você e família. Muito obrigado por seu carinho!


Resguarde-se mais no AMOR!

sábado, 30 de novembro de 2013

Sucos desintoxicantes podem prevenir diversas doenças.


Monte as misturas certas para preservar  sua saúde.

 

 

 


Fazer uma alimentação inadequada acompanhada do sedentarismo bem como do estresse pode provocar inúmeros distúrbios no organismo, principalmente problemas gastrointestinais, que dificultam o processo digestivo. Reverter esse quadro nem sempre é tarefa difícil. Mas poucos conhecem as alternativas naturais para eliminar as toxinas do corpo. É nessa hora que entram em cena os sucos desintoxicantes, feitos à base de frutas ou vegetais frescos.
De acordo com a nutróloga Tamara Mazaracki, essas bebidas são excelentes fontes de nutrientes com ação antioxidante, o que promove um sistema imunológico mais ativo e competente, além de ajudar a prevenir doenças e auxiliar na recuperação mais rápida de quem tem algum problema de saúde. "Os sucos de frutas e vegetais frescos são ricos em fibras que promovem um melhor funcionamento intestinal", o que reforça o processo de eliminação de toxinas", explica.


 
 
Os sucos de frutas e vegetais frescos são ricos em fibras que promovem um melhor funcionamento intestinal
Mas a especialista alerta: quanto mais fresca é uma fruta ou hortaliça, mais rica ela será em nutrientes. "Não adianta estocar na geladeira depois de pronto para consumir mais tarde. E nada de recorrer aos sucos industrializados, cheios de conservantes e açúcar", completa.
Aos sucos desintoxicantes pode-se acrescentar ingredientes como proteínas (colágeno), fibras (aveia), condimentos e especiarias (canela, gengibre e orégano), além de energéticos (pó de guaraná e ginseng), dependendo de qual é o problema no organismo.
Apesar da importante função de purificar o sistema digestivo e eliminar do corpo produtos residuais, a nutróloga ressalta que não é preciso exagerar nas quantidades de sucos ingeridos. Um ou dois copos diários cumprem bem a função de limpar o organismo, mas isso também vai depender do efeito que se quer alcançar. Segundo Tamara, algumas vezes é interessante passar a metade do dia somente com sucos, porém isso deve ser feito sob supervisão médica.

 

Confira algumas dicas de sucos desintoxicantes e suas funções

 

Os resultados e as ações dos sucos são percebidos rapidamente, refletindo, inclusive, no bem-estar, na disposição e na melhora da pele. Para as funções diuréticas, laxativas e hidratante, por exemplo, os efeitos podem ser notados nas primeiras 24 horas. Já para combater outros distúrbios, os sucos devem se tornar um hábito, porque esses efeitos ocorrem num período de médio a longo prazo.

 

Suco diurético

 
 
Quanto mais fresca é uma fruta ou hortaliça, mais rica ela será em nutrientes
Melhora a função renal, ajuda a eliminar toxinas e reduz a retenção de líquidos. O aipo é rico em glutationa, uma substância que neutraliza os radicais livres e pode entrar na composição de diversos sucos. A melancia é rica em água, frutose e fibras, além de licopeno que previne o envelhecimento precoce e o câncer de próstata e mama.
Ingredientes
1 copo de suco de melancia coado (2 fatias médias)
1 talo de aipo com as folhas
Modo de preparar: bater no liquidificador e tomar imediatamente

 

Suco pós-ressaca

 

Excelente para combater os efeitos adversos do excesso de ingestão de bebidas alcoólicas. Ajuda o fígado a se recuperar e acelerar a eliminação de toxinas que causam a ressaca. O repolho é rico em glutamina, um aminoácido que protege e repara o fígado dos efeitos danosos do álcool. A curcuma possui carotenóides com ação hepatoprotetora.
Ingredientes
½ repolho verde de tamanho pequeno
1 limão previamente espremido e sem as sementes
1 talo de aipo com as folhas
1 colher de sopa de folhas frescas de coentro
½ colher de chá de curcuma
Modo de preparar: usar centrífuga ou bater no liquidificador com um pouco de água mineral sem gás e coar. Se quiser um sabor um pouco melhor, use água de coco.

 

Suco para pele firme

 

É rico em antioxidantes e bioativos que combatem os radicais livres, retardando o envelhecimento da pele. Turbinam a energia e a disposição.

Ingredientes
½ limão
1 xíc. (chá) de uva rosada com casca
2 maçãs verdes com casca e sem sementes
1 xíc. (chá) de água mineral Adoçante (opcional)
Modo de preparar: bata todos os ingredientes no liquidificador.

 

Suco da beleza total

 

A cenoura e a salsa são fontes de betacaroteno, que, transformado no organismo em vitamina A, estimula o sistema imunológico e atua na recuperação e no brilho da pele. Ainda tem substâncias antiinflamatórias e antienvelhecimento.


Ingredientes
 
 

2 cenouras cruas picadas
½ maçã com a casca e sem sementes
1 xíc. (chá) de melão cantalupo picado
1 fatia de gengibre sem casca
1 punhado de salsa
1 col. (sobremesa) de linhaça (deixe de molho na água de um dia para o outro)
Adoçante (opcional)
 
 
Modo de preparar: passe os ingredientes na centrífuga ou no liquidificador. Se preferir, coe.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Dia 16 de Setembro, dia mundial da camada de Ozônio.












 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O que é a camada de ozônio?

 

Em volta da Terra há uma frágil camada de um gás chamado ozônio (O3), que protege animais, plantas e seres humanos dos raios ultravioleta emitidos pelo Sol. Na superfície terrestre, o ozônio contribui para agravar a poluição do ar das cidades e a chuva ácida. Mas, nas alturas da estratosfera (entre 25 e 30 km acima da superfície), é um filtro a favor da vida. Sem ele, os raios ultravioleta poderiam aniquilar todas as formas de vida no planeta.




Apesar da sua relevância, a Camada de Ozônio começou a sofrer os efeitos da poluição crescente com a industrialização mundial. Seus principais inimigos são produtos químicos como Halon, Tetracloreto de Carbono (CTC), Hidrofluorcabono (HCFC), CFC (Clorofluorcarbono) e Brometo de Metila, substâncias que figuram entre as SDOs. Quando liberadas no meio ambiente, deslocam-se atmosfera acima, degradando a Camada de Ozônio.

Os CFCs foram largamente usados até o fim da década de 1980 e meados dos anos 1990 como propelentes na fabricação de aerossóis, como expansores de espumas, na fabricação de equipamentos de refrigeração e de plásticos. Esses poluentes também contribuem para o aquecimento global. Por tudo isso, o uso indiscriminado de SDOs colocou o mundo em alerta.

Muitas SDOs também influenciam negativamente as mudanças climáticas globais. O CFC e alguns de seus substitutos estão listados entre os gases que mais contribuem para o aquecimento planetário. Uma tonelada de CFC-12, por exemplo, prejudica o clima de forma equivalente a de 7,3 mil toneladas de dióxido de carbono (CO2). A contribuição potencial para o aquecimento do planeta (GWP, do inglês Global Warming Potential) do CFC-12 é de 10.720, enquanto que a do CFC-11 é de 4.680.

Desde seu lançamento, o Protocolo de Montreal mostrou-se muito eficiente para reduzir a fabricação e o uso de CFC em nível global. No entanto, os gases alternativos mais comuns à substância, como HCFC e posteriormente HFC e PFC, ainda ameaçam a saúde climática do Planeta. A eliminação de 97,5 do HCFC está programada para ocorrer em 2030, restando eliminar consumo residual de 2,5% no setor de serviços, até 2040.

Frente ao dilema de proteger a camada de ozônio e ao mesmo tempo resguardar o equilíbrio climático, a Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNCCC) e o Protocolo de Montreal produziram um documento que sustenta ser possível reduzir pela metade a contribuição dos CFC e seus substitutos para o aquecimento global até 2015, em comparação aos níveis de 2002.

Para tanto, é necessário um gerenciamento rigoroso sobre equipamentos e produtos com CFC e seus substitutos. Impedir a liberação de gases de aparelhos antigos é uma das soluções centrais para evitar futuras contribuições ao aquecimento global. A maior parte das emissões que podem ser evitadas entre hoje e 2015 tem foco em equipamentos de refrigeração.

Por outro lado, para reduzir a produção de gases estufa usados como substitutos de CFC, os organismos internacionais propõem a aplicação de novas tecnologias, como aumentar o uso de amônia, HC e outras substâncias que não contribuem para o aquecimento global. Nesse caso, é possível lançar mão de instrumentos econômicos para fomentar pesquisas e também utilizar mecanismos financeiros previstos no Protocolo de Montreal e no Protocolo de Quioto - tratado internacional que estipula políticas e mecanismos para o corte nas emissões de gases com alto GWP.

Com as ações adotadas pelo Brasil, foi possível evitar a emissão de aproximadamente 43 mil toneladas/ano de CFC, equivalentes a aproximadamente 360 milhões toneladas de CO2. Os cálculos levam em conta a redução real promovida pela Resolução 267/2000, somada aos limites de emissões que poderiam ter sido utilizados pelas empresas até 2010, se o Brasil não tivesse adiantado em três anos o cumprimento de suas metas.

Além das projeções de crescimento no consumo de CFC até 2010, o balanço também utiliza cenários pessimistas sobre a substituição completa desses gases por variedades danosas às mudanças climáticas, como o HCFC-141b. Apesar da redução no uso de CFC também contribuir diretamente para o combate às mudanças climáticas, tais gases não são contabilizados nas metas do Protocolo de Quioto.

A figura abaixo demonstra a relação entre as reduções nas emissões nacionais de SDOs e o equivalente na mitigação do aquecimento global:





Apenas considerando a redução realmente verificada (excluindo-se as evitadas até 2010), tem-se um equivalente de 25 mil toneladas de SDOs e 230 milhões de toneladas de CO2eq equivalente. Isso representa 22,7% das emissões nacionais de gases estufa, quantidade à poluição causada pela Espanha. Se fosse possível negociar essa quantidade de CO2 em créditos de carbono, considerando-se US$ 10 a tonelada, os benefícios econômicos chegariam a aproximadamente US$ 2,3 bilhões.
Logo, o Protocolo de Montreal é um forte aliado na luta contra o aquecimento planetário. Atender seus requisitos com mais rapidez pode ser ainda mais benéfico. O atual balanço mostra que, ao se adotar de forma unilateral medidas como a Resolução 267/2000 do Conama, que antecipou o cumprimento de metas do Protocolo de Montreal, o Brasil prestou grande contribuição aos esforços contra as mudanças climáticas.

Por estas razões, e com base no relatório elaborado pelo Protocolo de Montreal e a Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, as Partes, em sua 19ª Reunião, em setembro de 2007, aprovaram que países em desenvolvimento devem congelar o consumo e a produção desses gases em 2013, conforme registros da média de consumo dos anos 2009 e 2010. Em 2015, deverá haver redução de 10% em relação ao período 2009-2010. Em 2020, a redução será de 35% e, em 2025, de 67,5%. A eliminação de 97,5% está prevista para 2030, restando eliminar consumo residual de 2,5% no setor de serviços, até 2040.

 

Perguntas e respostas sobre a camada de Ozônio.



1. O que é o ozônio?

O ozônio (O3) é um dos gases minoritários mais importantes que, embora encontrado em toda a atmosfera, concentra-se (cerca de 90% do total) na região entre 20 e 35 km de altitude. Esta região é denominada de camada de ozônio.

Na região de maior concentração, em torno de 28 km de altura, existem apenas 5 moléculas de ozônio para cada 1 milhão de moléculas de oxigênio. Se toda a camada de ozônio fosse trazida para a superfície da Terra a uma temperatura de zero grau Celsius, ela teria cerca de 3 mm de espessura.

2. Qual a importância do ozônio para os seres vivos e para o meio ambiente?

Sua importância está no fato de que é o único gás que filtra a radiação ultravioleta do tipo B (UV-B), que é nociva aos seres vivos. Desta forma, a camada de ozônio age com uma espécie de escudo protetor.

Nos seres humanos, a exposição à radiação UV-B está associada ao risco de dano à visão (como a catarata), envelhecimento precoce, à supressão do sistema imunológico e ao desenvolvimento do câncer de pele.

Os animais também sofrem as consequências do aumento da radiação. Os raios ultravioletas prejudicam estágios iniciais do desenvolvimento de peixes, camarões, caranguejos e outras formas de vida aquáticas e reduz a produtividade do fitoplâncton, base da cadeia alimentar aquática, provocando desequilíbrios ambientais.

3. Como o ozônio é formado?

Na estratosfera, o ozônio é formado quando a radiação ultravioleta, de origem solar, interage com a molécula de oxigênio, quebrando-o em dois átomos de oxigênio (O). O átomo de oxigênio liberado une-se a uma molécula de oxigênio (O2), formando assim o ozônio (O3).

4. O que é o buraco da camada de ozônio?

É a queda acentuada na concentração do ozônio existente na camada protetora que reveste a Terra, que se convencionou chamar de "buraco da camada de ozônio".  Atualmente, este fenômeno torna-se mais forte no final do inverno e primavera do hemisfério sul. Nesse período, uma área de, aproximadamente, 31 milhões de quilômetros – maior que toda a América do Sul, ou o equivalente a 15% da superfície da Terra –, recebe uma maior incidência de radiação UV-B.

5. O ozônio pode ser maléfico?

Sim. Ao nível do solo, na troposfera, o ozônio perde a sua função de protetor e se transforma em um gás poluente, responsável pelo aumento da temperatura da superfície, junto com o óxido de carbono (CO), o dióxido de carbono (CO2), o metano (CH4) e o óxido nitroso (N2O).

Na troposfera, o ozônio é um dos principais componentes da neblina urbana, produzida principalmente pela ação dos raios UVs. Devido às suas fortes propriedades oxidantes, o ozônio é tóxico para os humanos e pode causar problemas respiratórios. O contato com o gás prejudica o crescimento de vegetais e plantas. Além disso, a alta reatividade do ozônio reduz a capacidade natural da flora de retirar o dióxido de carbono (CO2) da atmosfera.

6. Como o ozônio é destruído?

O ozônio é artificialmente destruído pela presença de substâncias químicas halogenadas contendo átomos de cloro (Cl), flúor (F) ou bromo (Br), emitidas pela atividade humana. Por não serem reativos e por não serem rapidamente removidos pela chuva nem pela neve, os gases contendo esses átomos permanecem na baixa atmosfera por vários anos e, ao subirem até a estratosfera, sofrem a ação da radiação ultravioleta, liberando radicais livres que destroem de forma catalítica as moléculas de ozônio.

Um único radical livre de cloro é capaz de destruir 100 mil moléculas de ozônio, o que provoca a diminuição da Camada de Ozônio e prejudica a filtração dos raios UV.

7. Quais são as Substâncias que Destroem a Camada de Ozônio – SDOs?

As SDOs são compostas pelas seguintes substâncias: clorofluorcarbonos (CFCs), hidroclorofluorcarbonos (HCFCs), halons, brometo de metila, tetracloreto de carbono (CTC), metilclorofórmio e hidrobromofluorcarbonos (HBFCs).

CFCs: são substâncias químicas sintéticas formadas por átomos de carbono, cloro e flúor. São consideradas as principais SDOs, devido ao alto Potencial de Destruição da Camada de Ozônio (PDO) e por terem sido amplamente utilizadas na indústria de produtos e serviços nas décadas de 80 e 90. Teve o consumo banido em 2010. Existem diferentes derivados desse composto (CFC-11, o CFC-12, o CFC-113 e CFC-114), cada um com uma função especifica. A tabela 1 mostra os principais usos dessas substâncias:

Tabela 1 – Aplicações dos CFCs
Substância
Aplicações
CFC-11
Agente expansor na fabricação de espumas de poliuretano
Propelente em aerossóis e medicamentos
Fluido na Refrigeração comercial, doméstica e industrial
CFC-12
Agente expansor na fabricação de espumas de poliuretano
Propelente em aerossóis e medicamentos
Fluido na Refrigeração comercial, doméstica e industrial.
Em mistura com óxido de etileno como esterilizante
CFC-113
Solvente para limpeza de elementos de precisão e eletrônica
CFC-114
Propelente em aerossóis e medicamentos
CFC-115
Refrigeração comercial

HCFCs: são substâncias artificiais formadas por hidrogênio, cloro, flúor e carbono. O seu uso iniciou-se como alternativa provisória aos CFCs, visto que apresentam valores inferiores de PDO. O Brasil não produz HCFCs e importa pequenas quantidades, porém as importações dessas substâncias vêm aumentando consideravelmente desde a proibição dos CFCs. As aplicações mais comuns dos HCFCs são apresentadas na figura 1:

Fontes: MMA e WWF Brasil






Nossa opinião:

 

Tanto o Protocolo de Montreal, quanto o de Kioto são documentos jurídicos de natureza internacional dos quais o Brasil é signatário. Estes tratados convencionam medidas internacionais para o controle do clima e quando assinados tornam-se de natureza obrigatória e possuem efeitos de normas cogentes e erga omnes. Isto significa que os Estados ou países que são signatários e não cumprirem suas metas poderão sofrer sanções, sobretudo às de natureza econômica no plano internacional.

Felizmente o Brasil tem feito seu trabalho de casa, pois como depreendemos pela leitura do presente artigo o país concluiu em três anos antes suas metas de redução de gases de efeito estufa (CFC) deixando de emitir no período 43 milhões de toneladas/ano desses gases à atmosfera, o que equivale a créditos de carbono (CO2) na ordem de 360 milhões de toneladas.

Ainda há muito a se fazer, pois gases até provenientes da nossa agropecuária, como o Metano (CH4) também contribui para a destruição da camada de ozônio e ao aquecimento global, porém estamos andando e a estrada foi feita pra caminhar.  

Façamos nossa parte, pois cada vez que economizamos energia elétrica, água potável, reciclamos nosso lixo domiciliar e consumimos menos bens industrializados, fazemos uma enorme diferença, pois diminuímos a emissão de gases prejudiciais à atmosfera terrestre e assim contribuímos para a sustentabilidade do planeta.




 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Dia do Meio Ambiente: Búzios e Sua História.













Bob e a atriz na praia do Ossos in 1964.
























A antiga vila de pescadores entrou na rota do jet set internacional depois de uma visita da atriz Brigitte Bardot, nos anos 60. Hoje, o balneário é um dos destinos mais charmosos do país
Búzios tem sua origem em uma pequena aldeia que no passado foi povoada por índios, portugueses e piratas franceses. A aldeia também foi ponto de tráfico de escravos negreiros.


Mas foi a passagem da diva francesa, em janeiro de 1964, que colocou o vilarejo na rota do turismo internacional e do glamour. Desde então, suas praias ganharam destaque no mundo e a península foi batizada de "Saint-Tropez brasileira". Há décadas o balneário se sofisticou e ganhou fama por conta do charme de seu lifestyle e da agitada vida noturna.


No verão e nos feriados, o burburinho é intenso dia e noite. Já na baixa estação, Búzios é um paraíso perfeito para apreciadores da boa mesa, das artes e da natureza.
Antes de Brigitte


 Mick Jagger tocou para adolescentes in Búzios in 1976.




O charme e a beleza de Búzios é história antiga. O balneário já era frequentado pela alta sociedade carioca desde os anos 50 – a turma endinheirada chegava atrás dos encantos rústicos e da privacidade da pequena aldeia de pescadores. A viagem era uma aventura, feita por uma precária estrada de terra.


Brigitte chegou à vila em 64 trazida por seu então namorado brasileiro Bob Zagury. Em 76 foi a vez do vocalista dos Rolling Stones, Mick Jagger se esbaldar na aldeia, tocando violão na praia do Canto para os pescadores e um grupo de adolescentes cariocas – entre elas, a atriz Alexia Dechamps e a fotógrafa Olívia Guimarães. Exótico como sempre, Jagger chegou ao balneário em uma limusine, que por pouco não atolou nas ruas de areia da vila.


Arquitetura: estilo único

O charme de Búzios não é garantido somente por sua beleza natural. Espalha-se ainda por sua arquitetura, que segue um estilo único, a começar pela altura das construções - graças a uma lei de 1970, nenhuma pode ultrapassar dois andares.



 Casinhas de pescadores influenciaram construções





O estilo, que inclui ainda materiais rústicos e artesanais como a madeira, é observado nas casas de veraneio, nas pousadas e até mesmo no comércio em geral como nos restaurantes. O próprio pórtico de entrada da cidade exibe a marca registrada arquitetônica.


A tradição foi mantida, em parte, pela atuação de dois renomados arquitetos buzianos: Octávio Raja Gabaglia e Hélio Pellegrino. Nas obras assinadas pelos artistas – restaurantes Don Juan, Pátio Havana, Boom, Buzin entre outros – imperam as madeiras de demolição, os pés direitos altíssimos e a simplicidade charmosa da vila de pescadores que conquistou o mundo.


Outro belo - e singelo - exemplo da arquitetura local é a igreja de Sant'Ana, no topo de um outeiro na praia dos Ossos.
Assuntos Relacionados


Fonte: buziosonline



Nossa opinião:


Neste dia 05 de Junho, dia do Meio Ambiente, a população de Búzios-Rj reage à injusta agressão.


Demora-se anos, às vezes décadas para se construir uma grande história de sucesso e glamour, mas Búzios e seu povo primitivo, a maior parte de famílias de simples pescadores ( da qual com muito orgulho faço parte), que constituíam uma pequena vila, com muita dificuldade conseguiram.


Agora veja, com uma simples canetada, por alguns que não tem o mínimo compromisso com a vida e história de um povo, mas que foram eleitos por este mesmo povo, podem sim destruir toda uma história de luta e conquistas.


É exatamente isso que faz o PL de autoria do Governador Sérgio Cabral, PROJETO DE LEI Nº 2158/2013 que autoriza o Estado do Rio de Janeiro a disponibilizar verba no montante de R$ 11.500.000,00 (onze milhões e quinhentos mil reais) para a Prolagos fazer a transposição dos esgotos dos municípios de Iguaba Grande, São Pedro da Aldeia e da Lagoa de Araruama para o Rio UNA.


Ocorre que a foz do Rio UNA se localiza na praia da Rasa em Búzios-Rj. Na verdade o que sempre foi jogado na Laguna de Araruama-Rj, foi esgoto in-natura mesmo e não Efluentes, que é o que resta depois que o esgoto passa por tratamento, retirando toda sua carga orgânica.


Ou seja, depois de praticamente acabarem com aquele ecossistema lagunar, tentam recuperá-lo; miram então em uma nova vítima, ou seja, Búzios-Rj, pois os chamados “efluentes” que seriam transportados para o Rio UNA não são tratados nem em estágio terciário pela Prolagos.


Se não acredita nisto então veja por você mesmo no Blog da própria Prefeitura de Búzios-Rj:


Abaixo reprodução original que se encontra quase no meio da matéria no Blog da Prefeitura de Búzios-Rj:

Hoje, do esgoto captado pela ETE (Estação de Tratamento de Esgoto da Prolagos) de São José/ Bairro de Búzios, somente 40% é tratado em estágio secundário, indo o restante (cerca de 60% praticamente in natura) para os canais da Marina.



E nem precisaria está escrito, pois a natureza não se engana, se a Laguna de Araruama e vários outros ecossistemas da Região dos Lagos estão em estágios terminais é lógico que o esgoto não é devidamente tratado antes do seu despejo.


Aliás, gravíssimo do ponto de vista ambiental, pois é dito que em torno de 60% do esgoto, a Prolagos o joga diretamente no canal da Marina, Bairro nobre de Búzios-Rj.


Pois bem, o artigo 225 da Constituição Federal, assegura o direito que todos temos ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum ao povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e as futuras gerações.


Certamente jogar esgoto in natura no canal da Marina ou em qualquer outro lugar é crime ambiental, tutelado em leis específicas, como às de crime ambiental (9.605/98) Lei da Ação Civil Pública (Lei 7.347/85) e da Política Nacional do Meio Ambiente, (Lei 9.638/81).


Agora como já falamos na matéria anterior para a Prolagos fazer isso em qualquer Município (e já vem fazendo há anos) de sua atuação é preciso concordância ou anuência das autoridades locais, órgãos ambientais e ONGs ambientais; “parceiros envolvidos”.


Também tem alguma dúvida sobre isso? Então veja por si mesmo o que diz quanto a isso a própria Prolagos no item 03, segundo parágrafo:



Ou seja, o pior cego (a) é aquele (a) que se recusa ver e, enquanto isso, eles que foram eleitos para representar os mais justos anseios da população, vão assinando com a Prolagos, dizendo e desdizendo-se.


No meio de todo este imbróglio falam que a atual insatisfação é tudo trama política. De fato é, até porque se não fosse, Búzios não correria o risco iminente de se tornar o novo Privadão da Região dos Lagos-Rj.