sábado, 29 de novembro de 2014

Malária - É Bom Prevenir.



               Mosquito gênero Anopheles, que pode transmitir a Malária. (mosquito prego)

             


 



O que é a doença?

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A malária é uma doença infecciosa, febril, potencialmente grave, causada pelo parasita do gênero Plasmodium, transmitido ao homem, na maioria das vezes pela picada de mosquitos infectados. No entanto, também pode ser transmitida pelo compartilhamento de seringas, transfusão de sangue ou até mesmo da mãe para feto, na gravidez.

Agentes causadores

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No Brasil existem três espécies de Plasmodium que afetam o ser humano: P. falciparum, P. vivax e P. malariae. O mais agressivo é o P. falciparum, que se multiplica rapidamente na corrente sanguínea, destruindo de 2% a 25% do total de hemácias (glóbulos vermelhos) e provocando um quadro de anemia grave. Além disso, os glóbulos vermelhos parasitados pelo P. falciparum sofrem alterações em sua estrutura que os tornam mais adesivos entre si e às paredes dos vasos sanguíneos, causando pequenos coágulos que podem gerar problemas como tromboses e embolias em diversos órgãos do corpo.


Por isso, a malária por P. falciparum é considerada uma emergência médica e o seu tratamento deve ser iniciado nas primeiras 24h do início da febre.

Já o P. Vivax, de modo geral, causa um tipo de malária mais branda, que não atinge mais do que 1% das hemácias, e é raramente mortal. No entanto, seu tratamento pode ser mais complicado, já que o P. vivax se aloja por mais tempo no fígado, dificultando sua eliminação.

Alem disso, pode haver diminuição do número de plaquetas (plaquetopenia), o que poderia confundir esta infecção com outra doença bastante comum, a Dengue, retardando o diagnóstico.

A doença provocada pela espécie P. malariae possui quadro clínico bem semelhante ao da malária causada pelo P. vivax. É possível que a pessoa acometida por este parasita tenha recaídas a longo prazo, podendo desenvolver a doença novamente anos mais tarde.

 

Sintomas

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Após a picada do mosquito transmissor (Anopheles), o P. falciparum permanece incubado no corpo do indivíduo infectado por pelo menos uma semana. A seguir, surge um quadro clínico variável, que inclui calafrios, febre alta (no início, contínua, e depois com frequência de três em três dias), sudorese e dor de cabeça. Podem ocorrer também dor muscular, taquicardia, aumento do baço e, por vezes, delírios.

No caso de infecção por P. falciparum, também existe uma chance em dez de se desenvolver o que se chama de malária cerebral, responsável por cerca de 80% dos casos letais da doença. Na malária cerebral, além da febre, pode aparecer dor de cabeça, ligeira rigidez na nuca, perturbações sensoriais, desorientação, sonolência ou excitação, convulsões, vômitos, podendo o paciente chegar ao coma.


Se o agente etiológico causador da malária for da espécie P. vivax os sintomas incluem mal-estar, calafrios, febre inicialmente diária (com o tempo, a febre apresenta um padrão de intervalo a cada dois dias), seguida de suor intenso e prostração. O quadro clínico da infecção por P. malariae é bem semelhante, mas geralmente com febre mais baixa que se repete a cada três dias.

Diagnóstico

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A principal causa de morte por malária é o diagnóstico tardio e a falta de profissionais familiarizados com o quadro da doença fora da região endêmica. No Brasil, por exemplo, ocorrem cem vezes mais óbitos nas áreas fora da Região Amazônica do que na região endêmica propriamente.
Por isso é importante que, pessoas com suspeita de malária que residam fora da região endêmica procurem um serviço especializado no diagnóstico e tratamento da malária, como é o caso do Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec/Fiocruz), no Rio de Janeiro, que oferece plantão 24h, durante os sete dias da semana.

A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que o diagnóstico dos pacientes com suspeita de malária se dê por meio de exames parasitológicos por microscopia ou de testes rápidos de diagnósticos (rapid diagnostic tests - RDTs). O diagnóstico precoce é essencial para o bom prognóstico do paciente e depende da suspeição clínica.

Tratamento

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O tratamento da malária visa eliminar o mais rapidamente possível o parasita da corrente sanguínea do indivíduo e deve ser iniciado o mais rapidamente possível. O tratamento imediato com antimalárico – até 24h após o início da febre – é fundamental para prevenir as complicações. Se o teste de diagnóstico não estiver acessível nas primeiras duas horas de atendimento, o tratamento com antimaláricos deve ser administrado com base no quadro clínico e epidemiológico do paciente.
A OMS recomenda combinações terapêuticas à base de artemisinina (ACTs) para o tratamento da malária causada pelo parasitaP. falciparum. A combinação de dois ingredientes ativos com diferentes mecanismos de ação faz das ACTs o antimalárico disponível mais eficaz.

A artemisinina e os seus derivados não podem ser utilizados como monoterapia oral. Formulações de dose fixa (combinação de dois ingredientes ativos diferentes em um único comprimido) são mais recomendadas do que o uso de vários comprimidos ou cápsulas, uma vez que facilitam a adesão ao tratamento.
Infecções por P. vivax devem ser tratadas com cloroquina em áreas onde o medicamento ainda é eficaz, como a maior parte do Brasil, associado à primaquina para a eliminação das formas hepáticas latentes. Em áreas resistentes à cloroquina, deve ser utilizado um ACT, combinado a outro de meia-vida longa.

O tratamento para quadros graves de malária consiste na administração de artesunato injetável (intramuscular ou intravenosa), seguido de um tratamento à base de ACTs assim que o paciente estiver apto a tomar medicamentos orais. Na impossibilidade de tratamento injetável, o paciente deve receber imediatamente artesunato via intra-rectal e ser encaminhado o mais rapidamente possível para um local adequado para o tratamento parenteral completo.
A OMS recomenda que os programas nacionais de controle da malária acompanhem com regularidade a eficácia dos medicamentos antimaláricos.

Prevenção/controle

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A prevenção da malária consiste no controle/eliminação do mosquito transmissor e pode se dar por meio de medidas individuais, com uso de mosquiteiros impregnados ou não com inseticidas, roupas que protejam pernas e braços, telas em portas e janelas, repelentes.
Medidas coletivas incluem drenagem de coleções de água, pequenas obras de saneamento para eliminação de criadouros do vetor, aterro, limpeza das margens dos criadouros, modificação do fluxo da água, controle da vegetação aquática, melhoramento da moradia e das condições de trabalho, uso racional da terra.
Programas coletivos de quimioprofilaxia não têm sido adotados devido à resistência do P. falciparum à cloroquina e a outros antimaláricos e à toxicidade e custo mais elevado de novas drogas. Porém, em situações especiais, como missões militares, religiosas, diplomáticas, viagens de turismo e outras, em que haja deslocamento para áreas maláricas dos continentes africano e asiático, recomenda-se entrar antecipadamente, (idealmente um mês antes da viagem), em contato com os setores responsáveis pelo controle da malária, nas secretarias municipais e estaduais de saúde, e do Ministério da Saúde. No Rio de Janeiro, o Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec/Fiocruz) oferece serviço de aconselhamento médico a viajantes.

Panorama geral da doença no Brasil

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Estima-se que mais de 40% da população mundial está exposta ao risco de adquirir malária. No Brasil, segundo dados do MS, em 2011, 99,7% dos casos de transmissão da doença se concentraram na Região Amazônica, considerada uma área endêmica no país. A maior parte dos casos notificados se concentra nos estados do Pará, Amazonas, Rondônia, Acre, Amapá e Roraima.
A transmissão nessa área está relacionada a fatores biológicos (presença de alta densidade de mosquitos vetores, agente etiológico e população suscetível); geográficos (altos índices de pluviosidade, amplitude da malha hídrica e a cobertura vegetal); ecológicos (desmatamentos, construção de hidroelétricas, estradas e de sistemas de irrigação, açudes); e sociais (presença de numerosos grupos populacionais, morando em habitações com ausência completa ou parcial de paredes laterais e trabalhando próximo ou dentro das matas).
Um dos principais objetivos do Programa Nacional de Controle da Malária tem sido acabar com o número de mortes pela doença. No ano de 2011, foram registrados no Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde (SIM) 69 óbitos por malária, representando uma redução de 71,8% em relação a 2000 (245 óbitos), e de 9,2% quando comparado com 2010 (76 óbitos). 

Diferenças entre Dengue e Malária

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Tanto a malária quanto a dengue são transmitidas por mosquitos infectados. No caso da malária, o mosquito (Anopheles) é infectado por um protozoário: o Plasmodium, e o mosquito que transmite a dengue (Aedes aegypti) é infectado por um vírus. A malária é endêmica em algumas regiões da África e
também na região norte do Brasil.

Em relação aos sintomas, as duas doenças apresentam febre, dor no corpo, dor de cabeça e tremores. Uma particularidade da malária é que a febre vem por períodos, conhecida como "febre terçã " ou "quartã", que é quando o protozoário rompe a hemácia (glóbulo vermelho do sangue) parasitada e a pessoa sente tremores com febre e calafrios.

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Fonte do artigo: FIOCRUZ, 
com algumas informações técnicas trazidas pelo Biólogo Ambiental  Carlos Simas.

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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Água de Reúso - Um Ótimo Negócio Ambiental.




                          ETAR - PROLAGOS - BÚZIOS-RJ.

            Crédito da Foto: PROLAGOS




                          Crédito da Foto: PROLAGOS



O passivo (degradação) ambiental é sempre visto de forma negativa, algo que incomoda e que precisa ser eliminado o quanto antes. Porém, sempre é possível não apenas resolver o problema, mas também tirar proveito da situação e até mesmo gerar com ela, ganhos reais para toda sociedade.

                        Crédito da Foto: Carlos Simas




Um bom exemplo é a venda da água de reúso, uma situação que está prestes a se tornar realidade de uma indústria em Guarulhos-SP, que decidiu tratar e reutilizar o esgoto sanitário gerado por seus 400 funcionários. A água de reúso abastece as descargas de banheiros, a irrigação de pátios e jardins e o processo de resfriamento na linha de produção. Graças a esse reaproveitamento o consumo de água potável foi reduzido em 40% e passou de 120 mil litros por dia para somente 72 mil litros.


A água de reúso é produzida dentro das Estações de Tratamento de Esgoto e pode ser utilizada para inúmeras finalidades, como geração de energia, refrigeração de equipamentos, aproveitamento nos processos industriais e limpeza de ruas e praças.




A importância da água de reúso.



O uso responsável da água é fundamental não somente nas regiões metropolitanas, mas em todo o mundo. Cada litro de água de reúso utilizado representa um litro de água conservada em nossos mananciais. 


O assunto é tão importante que faz parte da Estratégia Global para Administração da Qualidade das Águas, proposta pela ONU, para preservação do meio ambiente. É uma maneira inteligente e capaz de assegurar que as gerações futuras tenham acesso a esse recurso tão precioso e essencial à vida: a água potável.


Algumas técnicas de reúso da água já são bastante utilizadas. A maioria dos esgotos produzidos nas cidades brasileiras (e do resto do mundo) é reutilizado através do tratamento em Estações de Tratamento de Efluentes (ETE). Depois deste tratamento a água, que ainda não é potável, já pode ser devolvida a algum corpo da água onde volta a incorporar ao ciclo hidrológico e vai sendo mais depurada aos poucos.

A jusante do corpo d’água esta água, agora depurada pelo rio, com toda a certeza será novamente captada por alguma Estação de Tratamento de Água  (ETA), que torna a água potável novamente para ser consumida pelo homem.

Esta água que sai das ETEs poderia muito bem ser utilizada para lavagem de ruas, praças, regar jardins e mesmo para substituir cerca de 40% da água potável consumida nas casas. O problema é que isso implicaria na instalação de mais um sistema de distribuição de água paralelo ao que já existe para água potável, elevando os custos.


Como podemos gerar água de reúso em nossas casas:


De fato, para que a água possa ser reutilizada nas residências em quantidades significativas são necessárias adaptações que exigem algum investimento, mas que vale muito a pena, até em relação à enorme redução que haverá certamente na conta d, água mensal.

Por exemplo, a água de chuveiros e aquela utilizada para lavar louça ou mesmo a roupa, poderia ser reutilizada para dar descarga nos vasos sanitários, necessitando apenas de uma limpeza simples, que pode ser feita por decantação e desinfecção com cloro.

Seria necessária apenas a construção de um reservatório para o acúmulo desta água, e de uma caixa de areia para decantação, um clorador e uma bomba que levaria a água do reservatório para o local de uso.

Agora, aquela enorme quantidade de água que se usa normalmente para a lavagem de roupas e que se costumar jogar fora ao final do serviço, não faça mais isso, pois está contribuindo para a escassez de água, que fatalmente atingirá sua própria família em breve, mas também está jogando seu dinheiro da conta mensal de água bueiro abaixo.

Eu mesmo fiz o seguinte há quase dez anos: Comprei dois galões de plástico, desses de 80-100 litros e todo vez que lavamos nossas roupas a água da máquina é jogada nestes galões e depois reaproveitada para regar plantas, lavar calçadas, etc. Minha conta d, água baixou muito e, principalmente nos sentimos fazendo nossa parte para um planeta sustentável. Faça sua parte também!

Nas indústrias, as técnicas para reuso da água já são mais difundidas e desenvolvidas pelo fato de existir um interesse e uma capacidade de investimento maior.

FONTE DO ARTIGO:
SABESP


Nossa Opinião:


Como se pode notar, muito se pode fazer para que evitemos o agravamento da crise hídrica aonde vivemos, o que fatalmente ocorrerá, em médio e longo prazo, caso não façamos AGORA a nossa parte.

Acostumamos no Brasil a achar que a água (que é bem finito e escasso) era inesgotável e de graça. Tanto que me lembro de ainda criança, ouvir adultos de bom coração dizer:

“Não se nega um copo d,água a ninguém, pois água é de graça”.

Apesar da boa intenção que tinham, esse pensamento permeava a vida e por isso nos acostumamos, até os dias atuais a esbanjar água, que agora por vários motivos de ordem ambiental, se exaure e chegamos à grave crise hídrica no Brasil.

Em Búzios no Bairro de São José, foi inaugurado há alguns meses uma suposta Estação de tratamento de reúso de água da Concessionária Prolagos. O que cabe perguntar é o seguinte:O que tem sido feito de fato? Já existe água de reúso disponível e caso haja, o serviço já é empregado na cidade? Em que modalidades? A Prefeitura de Búzios é usuário do serviço? Em que áreas da cidade?

A sociedade organizada precisa fazer sua parte e também cobrar do gestor público que faça a sua e fazendo dê publicidade, até porque é norma constitucional.
Fato é que a reutilização da água é ótimo negócio ambiental, é a palavra de ordem da atualidade.

Portanto, que reutilizemos todos os recursos ambientais possíveis e, sobretudo a água, que é bem finito e já escasso no planeta.


Biólogo Ambiental Carlos Simas


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terça-feira, 25 de novembro de 2014

Baratas. Como eliminar!




 



Barata de esgoto (Periplaneta americana)
Crédito das imagens: FIOCRUZ



Hábitos

As baratas são insetos de hábito noturno, durante o dia escondem-se em frestas de muros, em baixo de pedras ou em esgotos. Estes insetos tornaram-se domésticos e todas as residências convivem com este problema, que pode ser evitado e controlado.
Não devemos subestimar os malefícios causados pela convivência forçada com estes insetos. Pela diversidade de oferta de alimentos e habitat propícios à sua proliferação, eles se reproduzem com velocidade, adquirindo resistência aos tratamentos tradicionais de combate. Nos grandes núcleos populacionais, a barata se apresenta como o inseto mais comumente encontrado.


Perigos a saúde

A barata não deve apenas ser encarada como hóspede incômodo e indesejável, devido ao seu aspecto repulsivo e ao odor desagradável. Ela é um inseto nocivo à saúde em função de sua capacidade potencial de transmitir doenças.


O “voar das baratas” está intimamente ligado ao período de acasalamento, geralmente ocorrendo durante o verão.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), estes insetos são agentes transmissores de doenças causadas por bactérias, como a furunculose, lepra, tuberculose, poliomielite e diarréia.


Tipos de baratas


Existem no mundo, cerca de 20 espécies de baratas domésticas. No Brasil, existem muitas espécies de baratas, no entanto, a grande maioria de hábitos silvestres. As espécies urbanas mais comumente encontradas são as francesinhas - Blatella germânica e a barata de esgoto - Periplaneta americana.

A barata de esgoto é capaz de viver até quatro anos, enquanto a francesinha não vive mais do que um ano.
Ambas gostam de se refugiar em frestas e fendas, locais onde passam cerca de 75% dos seus dias.


Locais de infestação



Francesinha










(Blatella germanica)

As baratas conhecidas como francesinha são encontradas em áreas de armazenamento, cozinhas, despensas, fornos, frigoríficos, freezers, estufas e coifas, sob pias, sob bancadas, atrás de quadros, painéis, caixas de interruptores, pés vazados de mesas, cadeiras, ao longo de tubulações.













Barata de esgoto
(Periplaneta americana)

A barata de esgoto é encontrada em áreas térreas, galerias subterrâneas, tubulações, caixas de esgoto, caixas de gordura, caixas de passagem, caixas de força, ralos, cisternas, tubos de queda, áreas de serviço, banheiros, atrás de cortinas

Existe uma série de tratamentos que utiliza a aplicação de inseticidas sem a necessidade de remoção de pessoas ou animais durante a aplicação, procure por eles.


Prevenção

Insetos

§  * Manter alimentos guardados em recipientes fechados;
§  * Conservar armários e dispensas fechados, sem resíduos de alimentos;
§  * Verificar periodicamente, frestas e cantos de armários e paredes;
§  * Eliminar eventuais esconderijos de baratas
§  * Vedar frestas e outros espaços pequenos e úmidos
§  * Evitar acumular detritos e restos de alimentos sobre a pia
§ *  Mantenha o chão da cozinha limpo.
§Mantenha o lixo em recipientes fechados (Esta não é uma recomendação que seja suficiente para exterminá-las, pois há materiais como cola, sabões, suor e papelão, que são fontes de hidrocarbonetos: um verdadeiro banquete para as baratas);
§ *  Remover e não permitir que sejam amontoados: caixas de papelão, jornais, revistas, lixo em locais não apropriados;
§  * Manter caixas de gordura e galerias limpas e bem vedadas;
§  * Colocar tampas em ralos de áreas lavadas;
§  * Colocar borracha de vedação na parte inferior externa das portas;
§  * Manter bem calafetados as junções de revestimentos de paredes e pisos;
§ *  Ficar atento com os tetos rebaixados;
§  * Limpar periodicamente a parte superior de quadros ou painéis;
§  * Remover e destruir ootecas (caixa de ovos de baratas);
§   *Excluir a prática de fazer pequenos lanches na mesa de trabalho
§ *  Proteger os teclados dos computadores das migalhas de pão, biscoito, etc.
§ *  Providenciar a vedação ou selagem de rachaduras, frestas, vasos, fendas, que possam servir de abrigo para as baratas;
§ * Praticar limpezas úmidas totais, tantas vezes por dia quanto necessário para manter desengordurados, pisos, coifas, fogões e maquinários.

Formas caseiras para eliminar baratas:











Folha de Louro


O cheiro forte da folha de louro irá repelir baratas, espalhe algumas folhas nos lugares onde elas aparecerem, principalmente em locais escuros, úmidos e quentes, como por exemplo, próximo ao fogão.


Eucalipto e Alecrim

Prepare uma solução com partes de óleo de eucalipto e alecrim, pingue algumas gotas em um pedaço de algodão e espalhe nos locais onde aparecem baratas com frequência.


Água e sabão

Misture água e sabão (pode ser utilizado detergente) até que o líquido fique escorregadio, jogue em cima da barata quando ela aparecer. O sabão entope os poros das baratas impedindo elas de respirar, provocando a morte do inseto.



Bicarbonato de Sódio

Prepare uma mistura de açúcar e bicarbonato em potinhos (normalmente é utilizado tampinhas de garrafa) e espalhe pelos cantos da casa. O açúcar atrai a barata, ao consumir a isca, o inseto será envenenado pelo bicarbonato de sódio.


Ácido Bórico

- 100g de ácido bórico (encontrado facilmente em farmácias);
- 1 cebola picada em pedaços bem pequenos;
- 1 colher (sopa) de farinha de trigo.


Passo a passo para o preparo e aplicação

Misture bem todos os ingredientes. Em seguida, faça bolinhas e distribua pela casa. Caso possua animais, lembre-se de mantê-los afastados da mistura.

Outra sugestão é misturar partes iguais de açúcar e gesso, colocar a mistura dentro de tampinhas de plástico e espalhá-las em armários, móveis e demais lugares estratégicos. O gesso impedirá que a barata se reproduza, além de não fazer mal algum para os humanos.


Fonte do artigo: Fiocruz


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